Jazan Alves

Fotografa o cotidiano, com a câmera ou o celular. Foca em arte popular, manifestações culturais e religiosas, e fotografia de rua.

Esta série fotográfica, intitulada Água e Fogo no Sagrado, reúne imagens em homenagem a Iemanjá, capturadas na Praia de Camburi. A proposta é registrar um processo de consagração e devoção, evidenciando a relação entre o sagrado e a religiosidade.

Inspirada pela teologia de Rubem Alves, a compreensão do sagrado vai além de templos e rituais. Ele é entendido como uma dimensão presente em tudo o que está vivo, uma força misteriosa que vibra na natureza e nas experiências humanas, representando uma busca por sentido, uma conexão com algo que transcende o cotidiano e traz significado à existência.

O sagrado se manifesta como essa procura por significado e transcendência, um caminho para ir além da materialidade e alcançar algo maior e mais profundo. A arte, a poesia, a beleza e as celebrações são retratadas como portais para essa conexão, formas de aproximar as pessoas de algo superior e infinito, que ultrapassa os limites do eu individual.

Sobre Jazan Alves

Jazan Alves reside em Vitória (ES). A fotografia está presente em seu cotidiano, seja com a câmera ou com o celular. Iniciou sua jornada na Bucher & Bucher e segue participando de eventos, grupos de fotografia — como o Clube de Criação do FRAME — e workshops, a exemplo dos realizados na Mosaico Fotogaleria. Participou também de mostras coletivas de fotógrafos amadores. Atualmente, foca em arte popular, manifestações culturais e religiosas, além de fotografia de rua. Para ele, a fotografia como arte busca a beleza, permitindo que as pessoas se conectem com algo maior que elas mesmas.

Portfólio

Iemanjá — fotografia de Jazan Alves
Beira mar — fotografia de Jazan Alves
Mãos e rendas — fotografia de Jazan Alves
Cortejo de flores — fotografia de Jazan Alves
Roda de fé — fotografia de Jazan Alves
Oferenda — fotografia de Jazan Alves